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Seu caixa não pode somar o que o iFood ainda não repassou

Receber o pedido do iFood e do 99Food na cozinha é a parte fácil. O difícil é o fim do dia: o dinheiro do app não está na sua gaveta, e somar tudo junto faz a conferência nunca fechar. Veja como separamos venda de repasse.

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Quem vende por aplicativo conhece esta cena. Fim da noite, hora de fechar o caixa, e o número na tela não tem relação nenhuma com o dinheiro na gaveta.

Faz sentido: metade das vendas foi paga dentro do aplicativo. Esse dinheiro não passou pela sua mão — ele vai chegar dias depois, por repasse, já com a comissão descontada. Mas o relatório soma tudo junto, então a conferência da gaveta nunca fecha, e você aprende a ignorar o relatório.

Receber o pedido é a parte fácil da integração. Não bagunçar o seu caixa é a parte difícil, e é dela que quase ninguém fala.

O pedido cai no mesmo quadro dos outros

No AssumarFlow, o pedido do iFood e o do 99Food entram no mesmo quadro da cozinha que o pedido do balcão e o da mesa. Não há segunda tela, nem tablet separado no balcão pra alguém lembrar de olhar.

O card traz o selo do aplicativo e o número que eles deram ao pedido — não o nosso. É por esse número que o cliente liga perguntando, e é ele que a loja precisa achar em três segundos.

Traz também o nome real de quem pediu, e não um "Pedidos iFood" genérico. Sobre o telefone: o que os aplicativos mandam é um número de ponte, que expira em poucas horas. Serve pra resolver a entrega de hoje e não serve pra cadastro — por isso ele não vira cliente no seu CRM.

O dinheiro vem separado em dois

Todo pedido de aplicativo chega com dois valores que não podem se misturar:

  • o que já foi pago no app — dinheiro que você vai receber por repasse
  • o que se cobra na porta — dinheiro que entra na gaveta hoje

O sistema guarda os dois separados desde a hora que o pedido chega. Isso resolve três coisas de uma vez:

Na porta. O comprovante de despacho — aquele que vai com a sacola — sai com o valor exato a cobrar. Se o cliente já pagou tudo no app, sai zero, e o entregador não cobra de novo alguém que já pagou.

No caixa. As vendas por aplicativo ficam fora do total da gaveta, numa linha própria. Você confere o dinheiro físico contra o número do dinheiro físico. O que o aplicativo deve aparece como o que é: a receber.

Na conciliação. A linha do marketplace é quebrada por aplicativo. Com iFood e 99Food no ar ao mesmo tempo, um número só não diz de onde veio a venda — e é por aplicativo que o extrato do repasse chega.

O pedido de teste não vira produção

Os portais de parceiro mandam pedidos de teste durante a homologação, e eles chegam pelo mesmo caminho dos verdadeiros. O sistema reconhece e marca — a cozinha não produz um pedido de teste, e ele não entra em nenhum relatório de vendas.

Parece detalhe até a primeira vez que alguém monta um combo pra um cliente que não existe.

O relógio da confirmação aparece no card

O iFood dá uma janela curta pra loja confirmar o pedido. Estourar essa janela significa pedido cancelado — e a culpa recai na sua nota de operação, não neles.

O card mostra o prazo. Não é uma informação bonita de ter: é a diferença entre confirmar em trinta segundos e descobrir depois que o pedido caiu.

O que isso muda na prática

Não é sobre receber pedidos de mais um canal. É sobre poder olhar o caixa no fim da noite e acreditar no número. Quando venda de balcão, venda de mesa, venda da sua loja online e venda de aplicativo entram no mesmo lugar sem se misturar, a conferência volta a ser rotina de cinco minutos.

Se você já usa o AssumarFlow, a conexão é feita na tela de Integrações. Se ainda não usa, o teste é grátis e sem cartão.